Sobre a SIGA+

Tecnologia que orienta, não só monitora.

Nascemos no Recife em 2011 com uma pergunta: por que a maioria das transportadoras tem rastreamento, mas continua perdendo dinheiro com motorista mal orientado? A resposta virou nosso produto.

A tese

Não somos uma empresa de rastreamento.

O mercado brasileiro de rastreamento veicular existe há mais de 25 anos. Cresceu vendendo a mesma coisa: onde está o caminhão. Isso é importante — mas é só metade do problema.

A outra metade é o que acontece dentro do caminhão. Como o motorista dirige. Como cumpre a jornada. Como opera a carga. E é essa metade que continua mal resolvida em quase todas as frotas do país.

A diferença não é de feature. É de filosofia. Telemetria comum é diagnóstico. SIGA+ é tratamento. Rastreador comum é GPS embarcado. SIGA+ é copiloto embarcado.

Por isso a gente diz: mais que telemetria. Um copiloto.

A trajetória

Quinze anos encurtando o mesmo intervalo.

De baixa de nota por SMS a voz na cabine em 0,4 segundo: cada virada da história é a mesma obsessão — diminuir o tempo entre o que acontece na rota e alguém poder agir.

  1. 2011

    Nasce a SIGA+

    No Recife, ainda com o nome Thundertrack, começamos rastreando frotas do Nordeste — e esbarramos cedo no limite do rastreamento: saber onde o caminhão está não muda como ele é conduzido.

  2. 2014

    Controle de entregas, primeira versão

    Baixa de nota por SMS: o motorista fala com a operação da estrada, sem esperar voltar à base. Primitivo pros padrões de hoje — e já era a mesma obsessão de encurtar o tempo entre o evento e a reação.

  3. 2016

    Telemetria pulsada

    O dado deixa de ser só posição: odômetro, horímetro e RPM entram na leitura. Começa o controle de direção — e a régua de qualidade de dado que viraria princípio.

  4. 2017

    Rastreamento vira atividade meio

    Via API, os dados passam a alimentar as primeiras gerenciadoras de risco parceiras. A semente da integração nativa com GRs que o embarcador conhece hoje.

  5. 2018

    Roteirização com parceiros

    Começam as parcerias de roteirização para clientes de distribuição — em operação até hoje.

  6. 2019

    Do Nordeste pro Brasil inteiro

    Pontos de atendimento técnico e parceiros em todos os estados. No portfólio, entram os aplicativos de entregas e de despesas de frota.

  7. 2020

    Jornada de trabalho

    A Lei do Motorista expõe um custo que quase ninguém media: a hora de espera. Nasce o módulo de jornada — conformidade e redução de custo no mesmo movimento.

  8. 2020

    Controle de combustível

    Homologamos a vareta de tanque: entrada e saída de diesel medidas em tempo real, com precisão de 98,2%. O furto deixa de ser suspeita e vira registro.

  9. 2021

    Rede CAN por indução

    Leitura de CAN High e CAN Low sem cortar fio, sem tocar na garantia do veículo. O painel de bordo inteiro vira dado — do nível do tanque à posição da borboleta.

  10. 2022

    Identificação por hardware

    RFID embarcado: o veículo não parte sem motorista identificado. O vínculo motorista × veículo deixa de depender de app ou planilha — dado limpo por construção.

  11. 2023

    Imobilizador anti-jammer

    Quando um jammer bloqueia o sinal num roubo, a resposta acontece no próprio hardware: o veículo é imobilizado com segurança, sem depender de central nem de comunicação.

  12. 2024

    Videotelemetria

    Câmeras com DSM e ADAS entram na plataforma: fadiga, distração e risco de colisão detectados na cabine — com orientação na hora, não relatório depois.

  13. 2025

    O copiloto ganha voz

    A leitura vira orientação: o desvio detectado no hardware vira instrução falada na cabine, no segundo em que acontece. A tese da empresa muda de monitorar para orientar.

  14. 2026

    Gamificação e as verticais

    A nota de condução vira disputa — ranking, medalhas, faixas Ouro, Prata e Bronze — e a plataforma se especializa por operação: cadeia fria, betoneira, valores e as demais verticais. O intervalo entre o erro e a correção, que em 2014 era um SMS, hoje é 0,4 segundo.

Os princípios

Três princípios. Em tudo que entregamos.

01

Dado limpo por construção

Não confiamos no motorista lembrar de abrir um app. Não confiamos em planilha. Hardware embarcado, dado direto da fonte — por construção, não por sorte.

02

Orientação, não vigilância

Motorista bom quer dirigir bem. Sistema bom ajuda ele a dirigir melhor — em voz, no momento, dentro da cabine. Não é vigilância. É copiloto.

03

Operação inteira, um fornecedor

Rastrear, ler telemetria, controlar jornada e gerenciar risco na mesma plataforma. Um suporte. Um contrato.

Próximo passo

Quer entender se a SIGA+ faz sentido pra sua operação?

Conversa de 15 minutos. Você conta a operação, a gente é direto se faz ou não sentido.