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Dado limpo por construção
Não confiamos no motorista lembrar de abrir um app. Não confiamos em planilha. Hardware embarcado, dado direto da fonte — por construção, não por sorte.
Sobre a SIGA+
Nascemos no Recife em 2011 com uma pergunta: por que a maioria das transportadoras tem rastreamento, mas continua perdendo dinheiro com motorista mal orientado? A resposta virou nosso produto.
A tese
O mercado brasileiro de rastreamento veicular existe há mais de 25 anos. Cresceu vendendo a mesma coisa: onde está o caminhão. Isso é importante — mas é só metade do problema.
A outra metade é o que acontece dentro do caminhão. Como o motorista dirige. Como cumpre a jornada. Como opera a carga. E é essa metade que continua mal resolvida em quase todas as frotas do país.
A diferença não é de feature. É de filosofia. Telemetria comum é diagnóstico. SIGA+ é tratamento. Rastreador comum é GPS embarcado. SIGA+ é copiloto embarcado.
Por isso a gente diz: mais que telemetria. Um copiloto.
A trajetória
De baixa de nota por SMS a voz na cabine em 0,4 segundo: cada virada da história é a mesma obsessão — diminuir o tempo entre o que acontece na rota e alguém poder agir.
No Recife, ainda com o nome Thundertrack, começamos rastreando frotas do Nordeste — e esbarramos cedo no limite do rastreamento: saber onde o caminhão está não muda como ele é conduzido.
Baixa de nota por SMS: o motorista fala com a operação da estrada, sem esperar voltar à base. Primitivo pros padrões de hoje — e já era a mesma obsessão de encurtar o tempo entre o evento e a reação.
O dado deixa de ser só posição: odômetro, horímetro e RPM entram na leitura. Começa o controle de direção — e a régua de qualidade de dado que viraria princípio.
Via API, os dados passam a alimentar as primeiras gerenciadoras de risco parceiras. A semente da integração nativa com GRs que o embarcador conhece hoje.
Começam as parcerias de roteirização para clientes de distribuição — em operação até hoje.
Pontos de atendimento técnico e parceiros em todos os estados. No portfólio, entram os aplicativos de entregas e de despesas de frota.
A Lei do Motorista expõe um custo que quase ninguém media: a hora de espera. Nasce o módulo de jornada — conformidade e redução de custo no mesmo movimento.
Homologamos a vareta de tanque: entrada e saída de diesel medidas em tempo real, com precisão de 98,2%. O furto deixa de ser suspeita e vira registro.
Leitura de CAN High e CAN Low sem cortar fio, sem tocar na garantia do veículo. O painel de bordo inteiro vira dado — do nível do tanque à posição da borboleta.
RFID embarcado: o veículo não parte sem motorista identificado. O vínculo motorista × veículo deixa de depender de app ou planilha — dado limpo por construção.
Quando um jammer bloqueia o sinal num roubo, a resposta acontece no próprio hardware: o veículo é imobilizado com segurança, sem depender de central nem de comunicação.
Câmeras com DSM e ADAS entram na plataforma: fadiga, distração e risco de colisão detectados na cabine — com orientação na hora, não relatório depois.
A leitura vira orientação: o desvio detectado no hardware vira instrução falada na cabine, no segundo em que acontece. A tese da empresa muda de monitorar para orientar.
A nota de condução vira disputa — ranking, medalhas, faixas Ouro, Prata e Bronze — e a plataforma se especializa por operação: cadeia fria, betoneira, valores e as demais verticais. O intervalo entre o erro e a correção, que em 2014 era um SMS, hoje é 0,4 segundo.
Os princípios
01
Não confiamos no motorista lembrar de abrir um app. Não confiamos em planilha. Hardware embarcado, dado direto da fonte — por construção, não por sorte.
02
Motorista bom quer dirigir bem. Sistema bom ajuda ele a dirigir melhor — em voz, no momento, dentro da cabine. Não é vigilância. É copiloto.
03
Rastrear, ler telemetria, controlar jornada e gerenciar risco na mesma plataforma. Um suporte. Um contrato.
Próximo passo
Conversa de 15 minutos. Você conta a operação, a gente é direto se faz ou não sentido.